Você sabe o que é a Síndrome de Burnout?

Você sabe o que é a Síndrome de Burnout?

Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia, afinal, vivemos em um mundo muito competitivo. A Síndrome de Burnout é uma das consequências desse ritmo de vida acelerado, caracterizado por esgotamento mental e físico. Tal estado de tensão emocional e estresse crônico, normalmente, é desencadeado por um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação.

 

Ela é comum em profissionais que trabalham diretamente com pessoas ou que são submetidos a muita pressão. Nessa lista, estão profissionais da área de saúde, bancários, gerentes de projetos, professores, assistência social, recursos humanos, bombeiros, advogados, jornalistas, executivos ou pessoas que realizam dupla jornada de trabalho.

 

Os sintomas são inúmeros e, em fase inicial, podem ser confundidos com depressão. O esgotamento físico e emocional costuma ser percebido através de mudanças comportamentais, como agressividade, isolamento, irritabilidade, oscilação de humor, dificuldade de concentração, ansiedade, tristeza e pessimismo. Também podemos observar outros sinais, como dores de cabeça frequentes, tonturas, alterações no sono, problemas digestivos e intestinais, falta de ar, cansaço crônico, diminuição da concentração, oscilações de humor, suor excessivo, pressão alta, palpitação e irregularidade do ciclo menstrual.

 

Em muitos casos, ocorre, ainda, perda de motivação no trabalho, sentimento de inferioridade, procrastinação na execução de tarefas, faltas ou atrasos. Por tudo isso, além de mudanças no estilo de vida, o tratamento, muitas vezes, é com medicação, mas, dependendo dos sintomas, fitoterápicos podem auxiliar, assim como a terapia, a acupuntura, terapia e férias.

 

A atividade física regular deve entrar para a rotina, pois ajuda a liberar serotonina e endorfinas, envolvidas no humor e na melhora da disposição. Buscar qualidade de vida é uma das armas para prevenir o esgotamento mental e isso inclui cuidar da saúde, dormir cedo e se alimentar bem, praticar exercícios, manter uma vida social ativa e tirar férias, imprescindível para desfocar.

 

Em momentos de estresse crônico, o que é comum nessa época do ano, o mais importante é rever prioridades, parar e refletir. Se você está cansado, desacelere, tire férias, descanse nos feriados, não se cobre tanto. Questione-se: estou vivendo ou estou sobrevivendo? Quantas horas durmo com sono de qualidade? Como está a alimentação? E a saúde em geral?

Alimentação adequada ajuda a combater o hipotireoidismo

Alimentação adequada ajuda a combater o hipotireoidismo

O hipotireoidismo é caracterizado pela baixa atividade da tireoide. Ele deixa o organismo lento e pode ser combatido através da alimentação.

 

Nesses casos, a dúvida é recorrente: o que comer? Lembre-se de consumir alimentos com iodo. Ele é encontrado no sal marinho, peixes de água salgada e frutos do mar, sardinha e no bacalhau. Também está presente em legumes como a vagem, agrião, cebola, alho poró, rabanete, nabo, no abacaxi e na ameixa.

 

Se você tem hipotireoidismo, aumente também o consumo de alimentos integrais, pois, eles são ricos em magnésio e auxiliam na perda de peso, já que intensificam a saciedade após a ingestão. A aveia é outra ótima opção. Ela contribui para o controle do colesterol, muitas vezes, elevado nos casos de hipotireoidismo. Ingira fibras insolúveis, presentes em ameixa, grão de bico e frutas, e de água, assim, conseguirá acelerar o funcionamento intestinal, uma das queixas comuns de quem tem hipotireoidismo.

 

Sementes de linhaça dourada, semente de abóbora e de girassol contêm cálcio e a tirosina, importante para o metabolismo do T4 e T3, hormônios que determinam o ritmo de funcionamento do corpo inteiro. Consuma castanha do Pará, pois o selênio é um mineral importante que participa da conversão de T4 em T3. O selênio é antioxidante, estimula o sistema imune e atua no equilíbrio da tireoide. Cuidado com a selenose (aumento excessivo do selênio). Tudo que é demais é prejudicial.

 

Evite alimentos ricos em carboidratos refinados, aqueles feitos com farinha branca ou açúcar. Eles aumentam a resistência à insulina e, ainda, trazem acréscimos à circunferência abdominal, favorecendo a obesidade. Esta desregula os níveis de grelina (relacionada com a fome e a ingestão de comida) e a leptina (linkada com a saciedade). Ambas as alterações influenciam no funcionamento da tireoide, deixando-a mais lenta.