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Digestão e saúde emocional
2/5/2018

Pensamentos tóxicos são piores do que açúcar. Não adianta comer só pão sem glúten e alimentar raiva, mágoas e contrariedades o tempo todo. Quando sentimos raiva, liberamos adrenalina e cortisol, o coração aumenta o batimento, a respiração fica curta, o estômago dói.   Que contrariedade vivemos? O que não integramos? O que não aceitamos? Nem sempre se trata de alimentos externos.  O que não conseguimos digerir?

 

O estômago e suas cercanias são uma verdadeira encruzilhada, um ponto onde se cruzam muitas estradas, esôfago, estômago, duodeno, o canal do colédoco que traz a bile, o canal que traz do pâncreas o suco pancreático. Dependendo do alimento ou do sentimento, através do parassimpático, pode estimular a liberação de ácidos e, consequentemente, levar a esofagite, gastrite ou úlcera. Não adoecemos quando estamos em paz com o nosso interior.

 

Quando precisamos digerir algum acontecimento pesado ou certos alimentos, a digestão pode levar muito tempo. Por isso, é interessante que, nas próximas refeições, você comesse algo leve, para não ficar empanturrado e cheio de gases. O nosso corpo precisa de jejum, visto que qualquer alimento em excesso nos deixa doentes.

 

Vocês já notaram que não raciocinamos da mesma maneira após uma farta refeição. Quando estamos com o “ventre” sobrecarregado escapam muitas informações, seja durante o trabalho, palestras, cursos. Quando comemos muito, a circulação fica praticamente em torno da digestão e, com isso, a capacidade de raciocínio diminui, ficamos sonolentos, bocejando. Já experimentou fazer jejum?  Jejuar não é ter fome. É um ato voluntário para despertar a vigilância, conhecer-se.

 

Observe os problemas a nível do abdome e perceba que a doença não chegou ali por acaso. Existem causas externas (intoxicação, acidente), mas também as emocionais, conscientes e inconscientes.

 

Algumas situações nos causam mal no ventre e nos dão vontade de vomitar. Mostram que nosso corpo é ligado com o que passa no mundo. Observar o ventre é observar o mundo das nossas emoções. Às vezes, temos medo de rir e de chorar e podemos lembrar de momentos em que tivemos a sensação de receber um soco no estômago. Todos nós temos coisas difíceis a digerir e as coisas pesadas nem sempre dependem do que comemos, mas, sim, de certas palavras que escutamos, de certos olhares, de certos gestos, dos sapos que não engolimos. Existem pressões que nos sufocam, fazem o estômago queimar, deixam gosto amargo na boca, provocam ânsia e tiram o apetite. Há memórias muito fortes que se inscrevem nestas partes do corpo.

 

Quando vivenciar alguma chateação, preste atenção no que o corpo vai manifestar, como dor ou mal-estar. Para ter saúde, precisamos estar mais conscientes. Só assim faremos escolhas que promovem equilíbrio total.

 

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