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O universo oculto das alergias alimentares
28/11/2017

O que são alergias alimentares? Elas são reações adversas aos alimentos que podem apresentar várias manifestações na pele, desde acne, eczema, dermatites, coceiras, manchas até má-digestão, diarreia ou prisão de ventre e deficiências de vitaminas e outros nutrientes. Na maior parte dos casos, o que causa a alergia são proteínas mal digeridas ou uma molécula ligada à proteína alimentar que é identificada como um “corpo estranho”.

 

Os nossos hábitos alimentares passaram por grandes modificações com o advento da industrialização. O grande consumo de alimentos prontos, embalados, com uma infinidade de conservantes e aditivos químicos, muda o funcionamento, principalmente, do sistema digestivo e imunológico, que, na tentativa de buscar saídas para se defender, acaba atacando o próprio corpo, levando a quadros de doenças autoimunes, intolerâncias e alergias alimentares.

 

Os principais alimentos que causam alergia são os que possuem proteínas de difícil digestão, desencadeando um processo inflamatório crônico. Em geral, leite de vaca, leite de cabra, soja, trigo (glúten), ovo (principalmente a clara), amendoim, oleaginosas, peixes, frutos do mar, milho e cítricos são os maiores desencadeadores de alergias. Considerando a individualidade bioquímica, as hipersensibilidades alimentares podem acontecer com qualquer alimento. Depende da genética, da monotonia alimentar, da capacidade de detoxificação natural e da capacidade funcional do sistema digestório, a pessoa pode ou não desenvolver hipersensibilidades alimentares.

 

A parede do intestino é responsável por selecionar a entrada de nutrientes e de toxinas no organismo. Para tanto, os alimentos precisam passar adequadamente por todos os processos de digestão para liberar os nutrientes dos quais esses são formados. Esse processo acontece de forma involuntária, sem você perceber, nem comandar.

 

Parte do sistema imunológico se encontra no intestino. Quando o sistema imune reage contra uma proteína alergênica, ele pode produzir anticorpos IgE, IgM e IgG, levando a alergias imediatas, tardias ou, até mesmo, a um processo inflamatório crônico. O processo alérgico causado pelo consumo de alimentos potencialmente alergênicos pode desencadear sintomas crônicos como otite, amigdalite, bronquite, rinite, sinusite, esofagite de refluxo, gastrite, colite. Também provoca infecção urinária, enxaqueca, olheiras, dores musculares e articulares, irritabilidade, ansiedade, alterações do humor, agitação, distúrbios de concentração, depressão e resistência à insulina. Podem ocorrer, ainda, manifestações na pele como dermatites, eczemas, urticárias, pele ressecada, excesso de oleosidade e espinhas.

 

O mais importante é identificar o alimento que está fazendo mal e readequar a dieta com acompanhamento nutricional, observando carências vitamínico-minerais, tratar parasitoses, para que o equilíbrio da microbiota intestinal aconteça. Lembrando que intolerância é diferente de alergia.

 

Como evitar intolerâncias alimentares? Controlando o estresse, tendo sono de qualidade, evitando comer sempre os mesmos alimentos, cuidando da saúde intestinal, evitando o consumo de alimentos prontos e preferindo alimentos naturais, orgânicos, ou seja, comida de verdade.

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